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Nikola Tesla. Visionário na eletrotécnica (Parte I)

Nasceu à meia-noite de 10 para 11 de Julho de 1856 na vila de Smiljan, na actual Croácia, então integrada no Império Austro-Húngaro.

Tesla apreciava e respeitava muito os seus pais, especialmente o seu pai Milutin, que se havia formado no exército, bem como seus antecessores, embora trocasse a espingarda pela toga. Como todos os sacerdotes da época, tinha um nível cultural muito alto, e uma biblioteca extensa. Tinha uma memória excepcional e muitas vezes recitava de memória longos textos em várias línguas. Dizia, como piada, que poderia reconstruir os clássicos antigos se as suas obras se perdessem. Ensinou ao seu filho várias habilidades úteis para a vida, como adivinhar os pensamentos dos outros, repetir longas frases ou fazer cálculos mentalmente. Eram exercícios diários para reforçar a memória, o discernimento e também desenvolver a imaginação. Por outro lado, Tesla atribuía o seu dom como inventor à sua mãe Duka, uma dona de casa analfabeta, mas com a vocação e ascendência de inventora.

Astrosofia, a Astronomia Ancestral

Astrosofia, literalmente sabedoria dos astros, acredita-se ser a mais antiga ciência conhecida sobre o nosso planeta. Faz parte integrante dos primórdios da cultura humana colocando a consciência como “objecto” matricial transversal a todo o Universo e integrando o ser humano e o ambiente numa dinâmica relacional estreita.

A Selva dos Deuses Egípcios e o Machado (II) Akhenaton e a Inquisição

No Egito ninguém “pertencia” a uma religião, não havia osirianos, ísisianos ou amonianos. Havia sacerdotes desses cultos, mas em muitos casos permutáveis, como uma espécie de cargos administrativos, e em qualquer caso os Sumos Sacerdotes desses cultos eram apenas representantes do faraó e este representava todo o povo perante o mundo do divino, sem distinções.

A exaltação da aretê em Aristóteles e o sentido de contemplação através de nous

As origens constituem um grande mistério. Como teve origem a primeira célula? A primeira árvore? Pergunta-se o povo: que surgiu primeiro o ovo ou a galinha? E um dos símbolos mais espectaculares desse mistério é a semente. A semente que pode durar milénios, mas quando se cruza com a terra, morre para ressurgir como árvore, flor e fruto.

A Saúde e Justiça em Platão

Numa filosofia tão ampla e tão completa como a de Platão, sobre a qual se atreveu a dizer Alfred Whitehead (1929) que a filosofia depois de Platão “não passa de uma sucessão de notas de rodapé da obra de Platão”, torna-se pois uma difícil proeza pegar em duas “páginas arrancadas” do seu pensamento, a Justiça e Saúde, para conseguir abarcar toda a dimensão que ambas tiveram na filosofia platónica.

Apresentação do Livro O Templário do Rei, de António Balcão Vicente

O ser humano necessita conhecer a sua história, para deste modo reconhecer-se a si mesmo e à sua própria vontade de ser. E necessita também saber que está a construir o futuro, ou seja, que está a fazer história, que está a escrever no Livro da Vida em traços indeléveis, pois tudo aquilo que não se escreva assim é devorado, como dizia Baltasar Gracían no seu Criticón, na Caverna do Nada.

O canto de Ullikummi

Talvez nunca tenha sido tão claro como hoje, com as comunicações globais e o conhecimento atual da história, até que ponto a conduta das pessoas é governada pelos mitos. Outrora, os mitos eram narrações sagradas, as ações dos Deuses in illo tempore, ou seja, num tempo sem tempo, pois mais que sucessivo, era alfa e ómega da realidade, o arkhé ou origem imaculada de tudo o que acontecia.

Inefável Tintin

Tintin é essencialmente bom, valente e generoso. Não teme a solidão, nem o aborrece a companhia. A sua vida é uma aventura permanente, sem contudo deixar de ter uma certa tranquilidade aristocrática e de uma serena contemplação. As doenças, os ferimentos passam por ele, mas não o abatem, pois Tintin… tal como aquele que levamos dentro da alma, é eternamente jovem e o tempo não o afecta.

Mitos, ritos e símbolos – introdução à antropologia do sagrado

A religião não foi um luxo dos que tinham o estômago cheio. A religião é o alfa e o ómega da condição humana. Existe desde o princípio da sua «humanização» (o autor previne-nos que não devemos confundir com «hominização», que é somente morfológica), e persiste durante e enquanto sejamos tais e tenhamos a capacidade de assombro face ao mistério, tal como menciona Aristóteles na sua Metafísica.

Sobre a convivência e a cortesia

A beleza e a profunda riqueza filosófico-moral da obra de Francisco Rodrigues Lobo (1580-1622) contrastam com o injusto esquecimento a que este autor, o maior discípulo de Luís Vaz de Camões, se encontra atualmente votado.

A magia antiga na ciência moderna

A magia é negada e apelidada de superstição do ignorante filósofo antigo. No entanto, encontramos magia em cada papiro; magia em todas as fórmulas religiosas; magia engarrafada num frasco com milhares de anos e fechado hermeticamente; magia em trabalhos modernos e encadernados com elegância; magia nos contos mais populares; magia em encontros sociais; magia – pior do que isso, FEITIÇARIA – em todo o ar que se respira na Europa, América, Austrália: quanto mais civilizada uma nação, mais formidável e efectivo o eflúvio de magia inconsciente que esta emite e é armazenado na sua atmosfera circundante…

Agni – o Fogo do sacrifício

Desde dos primórdios da presença humana, o fogo exerce um fascínio, enquanto que todas as outras criaturas fogem na sua presença, o homem conseguiu ultrapassar o seu medo e reconheceu nele o símbolo do poder. O fogo reanima o corpo em hipotermia, o fogo ilumina a obscuridade e desperta o conhecimento das coisas, o fogo no olhar é símbolo do brilho da vida interior.