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Filosofia do Oriente

Tradições sobre o Rei do Mundo

Desde o início da humanidade tem sido mencionada a existência de um governo interno do mundo, de uma Hierarquia que dirige tudo o que acontece nele, uma Hierarquia de Seres Superiores que no seu reflexo entre os seres humanos são imagem e semelhança da sua parte interna. É o que se conhece como o Rei do Mundo do qual, embora pouco se saiba, todas as tradições concordam em falar dele. Mas há uma pergunta latente entre os seres humanos: Até que ponto, num mundo indefeso, perseguido pelo materialismo e mergulhado numa profunda crise especialmente espiritual, este Rei do Mundo pode ser concebido se não acaba com todo este sofrimento de uma vez por todas? Para responder a esta pergunta é necessário ter em conta a chave experimental: a humanidade deve aprender com o bem e o mal para decidir por si mesma.

As aplicações espirituais da concentração

O egoísmo e egocentrismo, assim como o instinto de poder mal dirigido, faz-nos qualificar essas sombras com os atributos do poder do real conhecimento, isto é, como eterno, puro e fonte de felicidade, mas que a vida se encarregará de fazer cair essas máscaras mostrando com uma certa dose de sofrimento, não só para nós mas para o mundo que fomos tecendo à nossa volta.

Como a mente constrói e destrói a realidade

A Unidade é a presença do eterno em nós, o ponto de partida e o ponto de chegada da alma que regresse a casa. O mal e o sofrimento são a consequência da resistências do eu em colocar a sua luz sobre aquilo que permanece, o sofrimento nasce do contacto com o impermanente, o mérito e o desmérito são resultado das nossas acções pois a alegria segue o acerto e a dor a falta.