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História da Ciência

Nikola Tesla. Visionário na eletrotécnica (Parte I)

Nasceu à meia-noite de 10 para 11 de Julho de 1856 na vila de Smiljan, na actual Croácia, então integrada no Império Austro-Húngaro.

Tesla apreciava e respeitava muito os seus pais, especialmente o seu pai Milutin, que se havia formado no exército, bem como seus antecessores, embora trocasse a espingarda pela toga. Como todos os sacerdotes da época, tinha um nível cultural muito alto, e uma biblioteca extensa. Tinha uma memória excepcional e muitas vezes recitava de memória longos textos em várias línguas. Dizia, como piada, que poderia reconstruir os clássicos antigos se as suas obras se perdessem. Ensinou ao seu filho várias habilidades úteis para a vida, como adivinhar os pensamentos dos outros, repetir longas frases ou fazer cálculos mentalmente. Eram exercícios diários para reforçar a memória, o discernimento e também desenvolver a imaginação. Por outro lado, Tesla atribuía o seu dom como inventor à sua mãe Duka, uma dona de casa analfabeta, mas com a vocação e ascendência de inventora.

Aristóteles

Durante dois mil anos valia tudo aquilo que Aristóteles (384-322 a.C.) afirmou como dogma incontestável – escreve o autor italiano Luciano de Crescenzo. Mesmo que isto não seja totalmente correcto é difícil desvalorizar o significado científico de Aristóteles. Ainda no início da idade moderna cada tentativa séria de obter um progresso científico tinha de começar com um ataque às doutrinas individuais de Aristóteles. Imagem: Aristóteles, Ceuta (Espanha). Creative Commons

História Oculta da Espécie Humana

Este livro é, na verdade, a versão resumida de “Arqueologia Proibida”, de Michael A. Cremo e Richard L. Thompson, de quase mil páginas. Este último, editado em 1993, é talvez, e o futuro o dirá, um dos livros mais importantes do século XX, pelo menos no que diz respeito à revisão histórica, e usando a palavra “revisão” no melhor sentido, ou seja, o da revisão necessária do que foi manipulado, adulterado, intencionalmente ocultado, etc.

A Outra Face de Isaac Newton: O Alquimista

Newton não se preocupou somente em querer conhecer as leis do mundo externo. Ele também procurou conhecer as leis do seu mundo interno, não limitou o seu campo de saber apenas àquilo que imprime os sentidos físicos; assim sendo, ele foi o cientista pleno e a ele se poderia atribuir o título que foi atribuído a tantos que, tal como ele, exerceram este magistério de unir o Céu e a Terra, um Mago.