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Para refletir

História Oculta da Espécie Humana

Este livro é, na verdade, a versão resumida de “Arqueologia Proibida”, de Michael A. Cremo e Richard L. Thompson, de quase mil páginas. Este último, editado em 1993, é talvez, e o futuro o dirá, um dos livros mais importantes do século XX, pelo menos no que diz respeito à revisão histórica, e usando a palavra “revisão” no melhor sentido, ou seja, o da revisão necessária do que foi manipulado, adulterado, intencionalmente ocultado, etc.

Evolução e ideologia

O essencial é que existam homens bons, de boa vontade, para que o fogo que arde quando damos asas ao espírito humano se possa transmitir de vela em vela, transformar-se em luz e calor, trazer um pouco mais de paz e de harmonia ao coração da humanidade.

Leonardo e o renascer da civilização

Mas não basta a presença dos arquétipos para garantir a bondade da realização. É necessária a compreensão e a manutenção da Unidade. Não bastou proclamar a primazia da razão para conduzir os destinos humanos. Teria sido necessário, mas foi esquecido, preservar o sentido sagrado de unidade entre o destino do Homem e o destino da Natureza.

Presente de Natal novo ou usado? Eis a escolha…

Para ti, amigo desconhecido, partilho este presente que foi mil e uma vezes usado e mil e uma vezes substituído, mas não te preocupes, o génio adormecido continua à tua espera, basta esfregares a lâmpada e o menino de ouro, que tanto quero ver renascer, aguarda para que te possa sussurrar ao ouvido: “Natal é quando tu quiseres!”.

O Ser Humano como coisa

Ver o Homem como coisa, como um pedaço de matéria animada, alterável, reprogramável, melhorável através do acrescento de peças ou da remoção e troca de partes, físicas ou psicológicas, é castrá-lo daquilo que realmente o faz humano: um ser com vontade, amor e inteligência, com um potencial infinito dentro de si, ainda por descobrir. Essa dimensão desconhecida, nas profundezas da sua subjectividade, esse mistério é aquilo que, tornado consciente, nos pode elevar desde sermos um pedaço de terra que olha o céu numa noite escura, até um pedaço céu que olha a terra para a iluminar.

Mar

Outros vêem no mar o espelho de céu, pois este reflete-se seja no tenso e brunido metal, seja nas suas crispadas ondas, tersas e serenas sempre à distância. Uma grande, majestosa horizontal, como uma linha perfeita, imóvel, difícil de encontrar terra adentro. Tal é a geometria da luz, tal é a geometria da vida e da verdade.

El alma de las cosas

Quando nos deixamos guiar pela verdade, ela situa-nos no exato lugar que nos pertence na corrente da vida, uma vida honesta, honrada, consciente, uma vida plena de significado, de sentido, de compreensão, de vivências úteis para a alma e úteis para o mundo.

A alma das coisas

É a alma da natureza aquilo que, mesmo inconscientemente, estamos à procura. E a alma da natureza não é a matéria com que a confundimos. A importância da matéria é que serve de veículo à sabedoria que, como filósofos, procuramos. Sabedoria que é, no fundo, o significado da natureza.

Os problemas e as soluções do mundo

O mito do crescimento económico afirma ser possível manter uma quantidade cada vez maior de dívida e arcar com os juros crescentes. Ao mesmo tempo, e numa relação directa, é-nos dito que a qualidade de vida crescerá com a economia. Porque o dinheiro é a fonte de todos os bens. Até quando durará este grande engano?

O Monge

As nossas vidas estão vazias porque a nossa alma deixou de procurar a perfeição. E no vazio dessa necessidade calada lançamo-nos para fora procurando qualquer tipo de estímulo ou de sensação que a preencha.

Um Caminho

Mas não cedamos à ilusão da matéria. Onde todos caminham há uma senda, ainda que esta divirja, se entrecruze, se perca, se confunda com um labirinto, nunca nos perdemos totalmente a nós próprios, o que significa que o caminho é um, como se fosse uma imensa Árvore de Vida que a todos contém.

O Mestre da Música, de Gerard Corbiau

O filme de Gerard Corbiau, O Mestre da Música (Le Maître de Musique), eleva-se ao que poderá ser considerada uma obra de Arte, não só pela conjugação de várias formas de expressão artística mas também pela mensagem humanista e filosófica que encerra.

Era uma vez um rio

Era uma vez um rio – diz uma velha tradição oriental – que corria mansamente no seu cómodo leito de barro. As suas águas eram turvas e nelas viviam peixes da cor do chumbo que buscavam o seu alimento no lodo.