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Mitologia

Star Wars, Cinema Comercial ou Mito?

Além das cenas de acção em ritmo acelerado, além dos efeitos especiais espectaculares, e do fascinante “sentido de maravilha” que revolucionou o cinema no final dos anos 70, Star Wars tem uma variedade infinita de leituras, mensagens e influências culturais que ampliam o seu conteúdo e permitem que o espectador treinado nessas chaves compreenda a profundidade do iceberg, apreciando a natureza espectacular da organização, sem ficar cego por ela. Imagem: A luta de Luke Skywalker, Darth Vader e o Imperador no Madame Tussauds. Creative Commons

O canto de Ullikummi

Talvez nunca tenha sido tão claro como hoje, com as comunicações globais e o conhecimento atual da história, até que ponto a conduta das pessoas é governada pelos mitos. Outrora, os mitos eram narrações sagradas, as ações dos Deuses in illo tempore, ou seja, num tempo sem tempo, pois mais que sucessivo, era alfa e ómega da realidade, o arkhé ou origem imaculada de tudo o que acontecia.

O mito de Gilgamesh – A Prova do Elo

Gilgamesh terá sido uma figura real, ou, pelo menos, um mito que bebe da inspiração de uma figura real, já que as fontes lhe atribuem um reinado de 126 anos entre os reis da Suméria. Gilgamesh terá sido um Semi-Deus ou Herói com grande capacidade intelectual e física. Terá tido grande conhecimento do Mundo antes e após o Dilúvio. Ergueu a cidade de Uruk e um Templo, o de Ennea. Os deuses compreendendo e temendo a sua força, enviaram-lhe uma provação, uma criatura tão forte como ele, Enkidu. Ora corria nas florestas dos arredores e nos demais reinos que Gilgamesh já não seria o Homem mais forte do mundo – claramente um mecanismo literário homérico – e, como tal, Gilgamesh procuraria Enkidu e lutaria com ele. O que, efetivamente, aconteceu. Contudo, ao contrário do desfecho em morte, a luta terminou na amizade entre os dois.

Do segredo da Natureza aos mistérios da existência

A consciência global que nos une hoje para navegar contra esta corrente de autodestruição é o melhor da nossa conquista, nasceu da capacidade que o homem tem de se levantar de novo, e isto se deve ao seu amor à vida, à sua identidade com a grande família humana, mas sobretudo o seu sonho infinito de eternidade.