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Marte

Ibn Arabí e os Caminhos do Amor

José Carlos Fernández 0 353

Todos os místicos de todas as eras ensinaram que existem tantos caminhos quanto caminhantes. Mas, como na lenda do Graal, só alguns são escolhidos para viver esta aventura espiritual que une as experiências de um modo tão misterioso, «elétrico» e definitivo.
Nos textos tibetanos – os livros de Dzyan -, fala-se destas sendas como as Sendas da Felicidade, sete em número. Para cada alma, a estrela ou Deus interior estende um raio de luz que é projetado sobre a terra em que essa alma está de pé: esta é a senda. Mas assim como a lua traça infinitos rastros de prata sobre o mar, tantos como os olhos que observam, para cada buscador a senda é uma: desce como um raio de luz e é projetada no karma de cada um, dando-lhe um significado, uma teleologia; estruturando-o sob a forma de uma escada interna; pois «UM SÓ SER NÃO PODE AMAR MAIS QUE UM E ÚNICO PRINCÍPIO».

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Alta tecnologia na Antiguidade

Hannes Weinelt 0 609

Madrugada de 26 de dezembro de 2006. Um terramoto com a magnitude 6,3 arranca 100.000 pessoas do sono, no Irão. Mais de 35.000 morrem. Porque não estamos em condições de prever tais catástrofes com toda a tecnologia avançada existente? Os aparelhos mais modernos possibilitam a previsão de um tremor de terra apenas alguns minutos antes do abalo. Desde o séc. XII a.C. que existem, na China, registos de terramotos. Uma observação precisa das interações complexas de acontecimentos variados, tais como comportamentos de animais conspícuos, alterações de águas subterrâneas e da meteorologia, permitiu aos chineses, há mais de 1 500 anos fazer uma previsão tão segura e atempada, que puderam ser tomadas as providências necessárias para o salvamento de pessoas e animais.

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