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Juan Manuel de Faramiñán Gilbert

Idadismo ou Geração 20/21

Quando o escritor americano Cormac McCarthy publicou em 2005 o seu romance “Este país não é para velhos” (No country for old men), que logo seria levado ao cinema em 2007 pelos irmãos Coen, estava assinalando, talvez sem desejá-lo, uma premonitória frase que recorda a discriminação por causa da idade. Imagem: Casal idoso. Creative Commons

Tradições sobre o Rei do Mundo

Desde o início da humanidade tem sido mencionada a existência de um governo interno do mundo, de uma Hierarquia que dirige tudo o que acontece nele, uma Hierarquia de Seres Superiores que no seu reflexo entre os seres humanos são imagem e semelhança da sua parte interna. É o que se conhece como o Rei do Mundo do qual, embora pouco se saiba, todas as tradições concordam em falar dele. Mas há uma pergunta latente entre os seres humanos: Até que ponto, num mundo indefeso, perseguido pelo materialismo e mergulhado numa profunda crise especialmente espiritual, este Rei do Mundo pode ser concebido se não acaba com todo este sofrimento de uma vez por todas? Para responder a esta pergunta é necessário ter em conta a chave experimental: a humanidade deve aprender com o bem e o mal para decidir por si mesma.

Os Valentes do Graal

Não é fácil transcender o tempo. Os seres humanos, geralmente, encaixam-se no momento histórico que lhes coube em sorte, sem conseguir ver mais além dos dias e das horas, sem encontrar o canal luminoso que une os feitos mais além das datas. Imagem: Os cavaleiros do Rei Arthur, reunidos na Távola Redonda para celebrar o Pentecostes, têm uma visão do Santo Graal. Do fólio 610v do BNF Fr 116, encomendado por Jacques d’Armagnac. Domínio Público