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João Porto

Outras Dimensões

João Porto 0 651

A Física ensina-nos que o Presente é, entre o fluxo contínuo do Futuro e o Passado, a unidade de tempo mais ínfima que não podendo ser mais dividida pode ser resolvida a 10-43 segundos. Esta ínfima parte indivisível é conhecida como o tempo de Planck.

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Constituição Septenária, Árvore da Vida, Modelo Padrão e a Constante Alfa

João Porto 0 872

De acordo com a filosofia Vedantina, os Ah-ih ou Brahman, ou ainda a Mente Cósmica segundo Blavatsky, constituem os antecedentes filosóficos correspondentes a esta existência, e que H. P. Blavatsky assim descreve:
“A Mente Cósmica é algo bastante diferente da Ideação Cósmica. A manifestação da Mente faz-se só durante o Período Manvantárico de actividade. Porém, a Ideação Cósmica não conhece nenhuma mudança. Foi, e sempre foi, é e será. Nunca deixou de existir, e só não existia para a nossa percepção por não haver mentes para a aperceber. A Mente Universal não existia porque não havia ninguém para a aperceber. Uma é latente e a outra é activa. Um é uma potencialidade.” – (H.P.Blavatsky, cfr. in “Os Manuscritos Perdidos da Loja Blavatsky”).

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Quando a Natureza nos Confunde e Maravilha

João Porto 0 595

Quando o biólogo Michael Levin (www.drmichaellevin.org) demonstrou que uma planária (1) que havia sido submetida previamente a treinos de localização sensorial na procura de recursos alimentares, após ter sido decepada, regenerava novamente um “cérebro” e mantinha este as memórias da outra parte original, fez-nos pensar que as memórias e as ideias se situariam num outro plano, também defendido por outro biologista inglês, Rupert Sheldrake, e designado por Campo do Espaço Morfogenético ou Campo M, considerado por ele como uma variedade de um outro campo de natureza similar ao campo electromagnético. O experimento confirmava que se dividirmos uma planária em diversas porções, todas elas irão acabar por regenerar uma planária integral que manifestará cada uma as memórias da planaria original.

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Sekhmet, a Deusa das Muitas Faces

João Porto 0 745

Em Dezembro de 2017, a descoberta arqueológica de 27 estátuas em granito de Sekhmet (Sachmet, Sakhet, Sekmet ou Sakhmet) com dois metros de altura, na margem oeste de Luxor, em Kôm el-Hettan, no templo do faraó Amenhotep III (1390 – 1352 AC), situado a cerca de 3 quilómetros do Nilo e que abrange uma área superior a 385.000 metros quadrados, confirmou de uma vez por todas o papel importante e sempre muito pouco compreendido desta deusa egípcia com cabeça de Leoa.

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Thot ou Hermes Trimegistos

João Porto 0 1820

Originalmente Thot é considerado o deus egípcio da sabedoria do conhecimento e da luz. Contudo, do intercâmbio da civilização grega com a egípcia, o deus Thot foi assimilado como Hermes grego, e desse sincretismo resultou o Hermes Trismegistos egípcio (três vezes grande), inventor da escrita hieroglífica, também é-lhe atribuída a revelação da aritmética, da astronomia, da música, medicina, desenho, das ciências como um todo e da magia como prática do conhecimento. Também era conhecido como o “Mestre das Palavras Divinas”, sendo-lhe atribuído a invenção do cômputo dos dias e a criação do calendário com 365 dias, muito semelhante ao que usamos ainda hoje.

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Emaranhamento

João Porto 1 1533

Contrariamente à complementaridade onda-partícula e à escola de Copenhaga, David Bohm postulou que o electrão se comporta perante o observador como uma partícula clássica comum, mas tendo acesso a informação sobre o resto do universo. Bohm denominou o segundo termo, a informação, de “potencial quântico”, um campo de informação funcional que fornece ao electrão (ou qualquer outra partícula) informações sobre o resto do universo físico.

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Paralelos entre a Teosofia e a Ciência no Século XXI

João Porto 0 671

A Cromo Dinâmica Quântica (QCD), constitui hoje um dos pilares da descrição física do Universo através da teoria quântica dos campos. Além da interacção electromagnética, tanto a interacção fraca quanto a interacção forte são descritas por teorias quânticas de campos, que reunidas formam o que conhecemos por Modelo Padrão que considera, tanto as partículas que compõem a matéria fermiónica (quarks e leptões) quanto as partículas mediadoras de forças (bosões de gauge), atribuídas como excitações de campos fundamentais.

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A Eneida (Aeneis) e a Divina Comédia: Uma Leitura

João Porto 0 353

Publius Vergilius Maro, (70 – 19 a.C.), é o autor da Eneida, poema que narra a fundação de Roma na região do Lácio por Enéias, herói troiano que escapara do desastre da queda da cidade de Tróia, assim ligada hereditariamente ao surgimento do povo italiano. Roma absorveu muito da cultura grega e isso é evidente na influência que a Ilíada e a Odisseia de Homero na composição dos doze livros que compõem a Eneida.

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Das Origens do “Tecido” do Espaço

João Porto 0 653

Pela primeira vez em Outubro de 2019, Joon Hyeop Lee e colegas, publicavam em The Astrophysical Journal, um estudo que apoiado em evidências observacionais, defendia a hipótese de que a direcção de rotação de uma galáxia era coerente com a direcção média das galáxias na sua vizinhança no espaço de 1 Megaparsec. Ao estenderem o seu estudo para distâncias ainda maiores até 15 Megaparsecs, utilizando dados da pesquisa do Calar Alto Legacy Integral Field Area (CALIFA) e do catálogo NASA Sloan Atlas (NSA), depararam-se com o mesmo comportamento.

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O Universo Magnético e Fohat

João Porto 0 971

Na última década deste século, a Astronomia e a Astrofísica tem utilizado recursos observacionais gigantescos, quando comparados com as décadas anteriores, e que envolvem a pesquisa nos mais diversos comprimentos de onda, de objectos do céu profundo tais como aglomerados de galáxias, conduzindo a descobertas cosmológicas espantosas, redefinindo teorias ou ajustando concepções, sempre alargando o nosso campo de visão a panoramas conceptuais e estruturais até há pouco impensáveis e por vezes parecendo pertencer ao reino da fantasia pura dos contos de fadas.

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A Divina Comédia 700 Anos Depois

João Porto 0 867

No ano de comemoração dos 700 anos do falecimento de Dante Alighieri, propus-me os 3 R`s, reler, reflectir e redigir sobre a Divina Comédia, deixando aqui algumas conjecturas desse esforço dantesco de tentar “digerir” 14.233 versos, acompanhado por consultas bibliográficas colaterais.

A Divina Comédia escrita no início do século XIV por Dante Alighieri (1265-1321), é considerada uma das epopeias clássicas da literatura ocidental e espelho de muitas inovações para o seu tempo, a começar pela escrita em italiano vulgar e não em latim como seria de esperar da alta literatura da época. E assim é, porque para Dante o conhecimento devia libertar o homem e fazê-lo chegar mais depressa ao reino de Deus e á sua contemplação eterna. A obra é dividida em três livros, nomeadamente Inferno, Purgatório e Paraíso, onde cada um está por sua vez dividido em Cantos de tercetos normalmente compostas por 3 versos de 33 sílabas (3 x 11).

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Buracos Negros à Luz de Sete Princípios

João Porto 0 630

Em cada galáxia reside um Buraco Negro representando, segundo as concepções mais recentes, centros de energia titânica, na base da qual estão os Glóbulos de Fermi, que na nossa opinião constituem quais nodos inter-sinápticos por onde flui a informação depois de ser retida. É assim que Stephen Hawking, Maldacena, Lee Smolin e tantos outros chegam á conclusão de que a informação não se perde nos Buracos Negros.

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Das Origens do Karma

João Porto 0 1085

Para Pitágoras o princípio de todas as coisas está no número e o universo poderia ser descrito por números sendo a própria alma um número. O número, sendo a essência de todas as coisas materiais e subtis, deixa de ser uma abstracção quantitativa para ser um meio relacional, através do qual tudo se define, tal como faz o spin.

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O que me Disseram as Estrelas

João Porto 0 837

Em termos cosmológicos o espaço “vazio” é a realidade suprema e as estrelas serão as partículas que revelam a potência nele pré-existente. Chegam-nos das profundezas do Universo, ondas de Tempo reveladas pelas estrelas e trazidas pelo espaço. Todas as vezes quando levantamos o nosso olhar para o fundo estelar do céu nocturno, aquilo que se vê não é aquilo que é, mas aquilo que foi.

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Astrosofia, a Astronomia Ancestral

João Porto 0 1668

Astrosofia, literalmente sabedoria dos astros, acredita-se ser a mais antiga ciência conhecida sobre o nosso planeta. Faz parte integrante dos primórdios da cultura humana colocando a consciência como “objecto” matricial transversal a todo o Universo e integrando o ser humano e o ambiente numa dinâmica relacional estreita.

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Uma reflexão sobre Mahat a Inteligência Manifestada e a IA

João Porto 1 1201

e quisermos reflectir sobre a inteligência temos que recuar às origens dos Cosmos ou dos Universos múltiplos, socorrendo-nos da tradição mais antiga desta humanidade, os Vedas, em que cada qual tem uma relação de efeito com o que o precedeu, e de causa com o que lhe sucede (dignamente representada no mais recente modelo de Cosmologia Cíclica Conformal (CCC) de Roger Penrose), e cujas existências, por necessidade imperativa de uma simetria universal, resultaram de um “acto” da Inteligência/Consciência designado por nós como Hiper Campo Quântico do Espaço Infinito, ou o Lambda (ꓥ) da Constante Universal de Albert Einstein, o “AQUILO”. O Absoluto Ser e Não-Ser de Hegel ou o Arik-Anpin ou o Ain-Soph dos cabalistas, a vacuidade ou o Zunyata sânscrito.

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Uma ideia Septenária de Mundo

João Porto 0 1378

A Teoria Quântica dos Campos afirma que todos os ingredientes elementares que constituem a natureza, o mundo ou o universo, mais não são do que ondas vibratórias que se estendem no espaço, envolvendo tudo e, que ao interferirmos com essa onda provocamos o seu colapso pontual, gerando o fenómeno existencial da partícula. Daí que a natureza nos brinda com o constante e permanente fenómeno dualista onda-partícula. Imagem: O mundo. Flickr

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Sobre o Tempo

João Porto 0 1013

Falar sobre o Tempo é difícil, pois como diria Irwin Schrodinger, a “ linguagem vulgar é prejudicial porque está por completo imbuída da noção de tempo – não podemos empregar um verbo (verbum, “a palavra”; em alemão: Zeitwort) sem o usarmos num ou noutro tempo verbal”. Imagem: Eduardo de Sousa Beltrame. Creative Commons

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