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Humano

Devemos Preservar a Pureza da Natureza… e do Homem

Jorge Ángel Livraga 1 439

Depois da “guerra fria” ou “guerra suja” que se seguiu à Segunda Guerra Mundial, ainda que se tenha mantido o mito dos maus e dos bons, a juventude do Ocidente caiu numa grande confusão. Como se fosse uma criança assustada, na sua intenção de excluir as “palavras malditas” que sobreviveram depois de 1945, também o fez com grande parte da memória coletiva a que chamamos “História”.

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O Caos

Isabel Areias 0 583

Os livros e textos sagrados que vamos conhecendo e estudando retratam sempre um momento inicial sobre o qual não existia nenhuma identificação concreta da matéria ou de uma existência em movimento. Esta ideia do “nada” ou de um “oceano primordial” assemelha-se a um estado que podemos definir como sendo o caos, um equilíbrio imóvel ou uma inércia em potência. Uma espécie de estado adormecido ou de Pralaya, tal como o útero de uma mãe aguarda algo que desperte vida no seu interior. Tesla referia que a dimensão obscura no universo está apenas adormecida, ou seja, à espera de algo que a desperte. Também o mesmo acontece no Ser Humano. No seu interior residem inúmeras zonas de matéria negra numa potência inerte à espera de algo que a torne consciente, viva e desperta.

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O Anjo Negro da Melancolia. Parte III

Françoise Terseur 0 390

Na Holanda, país predominantemente protestante, a melancolia assume a forma de suas famosas ”Vanitas”, pinturas muito populares  que representam o  vazio da existência terrena, considerada vã, precária e sem valor: MEMENTO MORI (lembre-se que todos iremos morrer).

De todos estes objetos, o crânio humano é um dos mais recorrentes. Mas também, frequentemente, encontramos a vela parcialmente consumida (a luz da vida que vai apagar-se), a ampulheta ou o relógio (o fim que chega de forma inexorável), a bolha de sabão (a futilidade da vida), as flores murchas (a decrepitude de tudo aquilo que nasce).

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