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crenças

Em Torno da Dignidade

Carlos Adelantado 0 665

Para nós, filosofia é, fundamentalmente, para fazermos uma série de perguntas e tentar encontrar, se possível, a resposta. Nesse sentido, a busca é o início de algo. É o princípio de um caminho que nos leva a abrir os olhos para o nosso interior e para o nosso exterior; é uma espécie de iniciação no mundo do pensamento, da observação contínua.
A figura do filósofo que estamos a defender aqui é a de um buscador. E onde estará o fim de toda essa busca? Não sei se há um fim. O que eu sei é que toda vez que encontramos algo que é válido para nós, isso, por sua vez, nos ajuda a continuar nos perguntando e continuar procurando. Por isso, o filósofo, como o entendemos, nunca será uma pessoa que diga possuir a verdade sobre as coisas. E como também é tradicional entre nós, filósofos acropolitanos, vamos abordar este tema com base num estudo comparativo de filosofias e filósofos do Oriente e do Ocidente.

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A Lenda dos Sete Adormecidos de Éfeso

José Carlos Fernández 0 1458

Há algum tempo tive o privilégio de visitar em Éfeso [1], na Turquia, a caverna aludida pela “Lenda dos Sete Adormecidos”. A diferença da magnífica e monumental cidade jónia, percorrida por rios de milhares de turistas, quase não havia ninguém aqui, já que esta lenda é pouco conhecida pelo cidadão comum, a menos que haja um interesse religioso muito definido, pouco valor é dado a ela.

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