A Analogia e o retorno a uma filosofia natural

Se queremos uma nova Filosofia, que seja natural, que eleve a alma num voo de beleza e imortalidade e não a faça, contaminada, fundir-se com as sombras do abismo na matéria; é necessário retornar à analogia, a que fez avançar verdadeiramente a ciência.

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Reflexo de árvores: a Arte da Natureza

O artista, então, não só reproduz, como um ente mecânico. Depura e transmuta, como o alquimista, e através do crivo da sua imaginação e das suas mãos incansáveis passam os seres de pura luz e vida invisíveis, dignificando o mundo, e abrindo portas até à infinidade que representam, trazendo-nos mensagens das estrelas.

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A magia antiga na ciência moderna

A magia é negada e apelidada de superstição do ignorante filósofo antigo. No entanto, encontramos magia em cada papiro; magia em todas as fórmulas religiosas; magia engarrafada num frasco com milhares de anos e fechado hermeticamente; magia em trabalhos modernos e encadernados com elegância; magia nos contos mais populares; magia em encontros sociais; magia – pior do que isso, FEITIÇARIA – em todo o ar que se respira na Europa, América, Austrália: quanto mais civilizada uma nação, mais formidável e efectivo o eflúvio de magia inconsciente que esta emite e é armazenado na sua atmosfera circundante…

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Mais quatrocentos anos de antiguidade para o Zero?

“O que é maior que o Universo e mais pequeno que o mais ínfimo átomo? O que é mais duradouro que a Eternidade e mais breve que um instante?” A resposta é o NADA, ou seja, o ZERO: nele estão todos os enigmas, todas as potências e actos do passado infinito e do infinito futuro.

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Agni – o Fogo do sacrifício

Desde dos primórdios da presença humana, o fogo exerce um fascínio, enquanto que todas as outras criaturas fogem na sua presença, o homem conseguiu ultrapassar o seu medo e reconheceu nele o símbolo do poder. O fogo reanima o corpo em hipotermia, o fogo ilumina a obscuridade e desperta o conhecimento das coisas, o fogo no olhar é símbolo do brilho da vida interior.

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Leonardo e o renascer da civilização

Mas não basta a presença dos arquétipos para garantir a bondade da realização. É necessária a compreensão e a manutenção da Unidade. Não bastou proclamar a primazia da razão para conduzir os destinos humanos. Teria sido necessário, mas foi esquecido, preservar o sentido sagrado de unidade entre o destino do Homem e o destino da Natureza.

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Presente de Natal novo ou usado? Eis a escolha…

Para ti, amigo desconhecido, partilho este presente que foi mil e uma vezes usado e mil e uma vezes substituído, mas não te preocupes, o génio adormecido continua à tua espera, basta esfregares a lâmpada e o menino de ouro, que tanto quero ver renascer, aguarda para que te possa sussurrar ao ouvido: “Natal é quando tu quiseres!”.

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H. P. Blavatsky e a procura espiritual de Elvis Presley

O que é menos conhecido é que o Rei do Rock era um autêntico apaixonado pela sabedoria antiga, motivado pela procura profunda do segredo da vida. Uma busca, infelizmente, desordenada – inclusive caótica – e sem um guia seguro para percorrer o labirinto de autores e temas que esta oferece. (…) Resta-nos, como da flor o seu perfume, a beleza que não morre de muitas das suas canções, a sua ternura e sensibilidade, a sinceridade da sua voz, de um carisma que ninguém pode negar, o impacto e transformação que gerou na sua época, que o convertem de um modo ou de outro, num dos “mitos do século XX”.

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As aplicações espirituais da concentração

O egoísmo e egocentrismo, assim como o instinto de poder mal dirigido, faz-nos qualificar essas sombras com os atributos do poder do real conhecimento, isto é, como eterno, puro e fonte de felicidade, mas que a vida se encarregará de fazer cair essas máscaras mostrando com uma certa dose de sofrimento, não só para nós mas para o mundo que fomos tecendo à nossa volta.

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Como a mente constrói e destrói a realidade

A Unidade é a presença do eterno em nós, o ponto de partida e o ponto de chegada da alma que regresse a casa. O mal e o sofrimento são a consequência da resistências do eu em colocar a sua luz sobre aquilo que permanece, o sofrimento nasce do contacto com o impermanente, o mérito e o desmérito são resultado das nossas acções pois a alegria segue o acerto e a dor a falta.

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Novas Descobertas arqueológicas nos Açores

Uma expedição realizada às ilhas do Pico e da Terceira, nos Açores, organizada pela Nova Acrópole Oeiras-Cascais contando com dois investigadores do Instituto Internacional Hermes e uma equipa multidisciplinar, observou in loco várias das novas descobertas arqueológicas que têm suscitado perspectivas diferentes entre historiadores e arqueólogos.

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O Ser Humano como coisa

Ver o Homem como coisa, como um pedaço de matéria animada, alterável, reprogramável, melhorável através do acrescento de peças ou da remoção e troca de partes, físicas ou psicológicas, é castrá-lo daquilo que realmente o faz humano: um ser com vontade, amor e inteligência, com um potencial infinito dentro de si, ainda por descobrir. Essa dimensão desconhecida, nas profundezas da sua subjectividade, esse mistério é aquilo que, tornado consciente, nos pode elevar desde sermos um pedaço de terra que olha o céu numa noite escura, até um pedaço céu que olha a terra para a iluminar.

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O mito de Gilgamesh – A Prova do Elo

Gilgamesh terá sido uma figura real, ou, pelo menos, um mito que bebe da inspiração de uma figura real, já que as fontes lhe atribuem um reinado de 126 anos entre os reis da Suméria. Gilgamesh terá sido um Semi-Deus ou Herói com grande capacidade intelectual e física. Terá tido grande conhecimento do Mundo antes e após o Dilúvio. Ergueu a cidade de Uruk e um Templo, o de Ennea. Os deuses compreendendo e temendo a sua força, enviaram-lhe uma provação, uma criatura tão forte como ele, Enkidu. Ora corria nas florestas dos arredores e nos demais reinos que Gilgamesh já não seria o Homem mais forte do mundo – claramente um mecanismo literário homérico – e, como tal, Gilgamesh procuraria Enkidu e lutaria com ele. O que, efetivamente, aconteceu. Contudo, ao contrário do desfecho em morte, a luta terminou na amizade entre os dois.

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A Mulher de Branco

Os filósofos herméticos diziam que tudo aquilo que possamos encontrar fora, com os sentidos, vive como ideia dentro de nós, somos o microcosmos de um macrocosmos, o espelho do universo. Então nós mesmos somos a noiva que corre, esperançada, ou a intuição que nos chama até ao bom e melhor; e a pedra que resiste, não porque neste caso queira honrar o seu passado, numa guarda perene, mas porque não somos capazes de nos libertar dele.

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