As Categorias de Aristóteles, ordem divina ou matemática do pensamento humano

No processo de canonização de S. Tomás, realizado pouco depois da sua morte, há uma história sobre a qual merece a pena determo-nos um pouco:

Vários meses antes da sua morte S. Tomás, conta-nos um dos seus discípulos, manifestava estranheza e apatia e encontrava-se num estado de tristeza sem motivo aparente. Esquivava-se às perguntas sobre a sua saúde e melancolia, até que, tanta foi a insistência de um deles, Reginaldo, que acabou por lhe fazer uma revelação muito importante, mas disse-lhe que não devia dizer nada a ninguém até à sua morte, que intuía estar próxima.

“Tudo o que escrevi até agora parece-me, unicamente palha, em comparação com tudo aquilo que vi e que me foi revelado”.

As últimas semanas tinham sido de êxtases espirituais – onde inclusive se viu levitar em estado de oração numa capela. Nestes êxtases tinham-lhe mostrado verdades do céu e da terra que convertiam toda a sua ciência anterior em cinza queimada por estas novas revelações. “Além disso Deus – anuiu o Doutor Angélico – obrigou-me a selar com o meu silêncio tais segredos, com isto a minha vida tornou-se inútil, pois o que ensinava anteriormente é nada, e é impossível revelar o novo segredo.” Como disse um bom biógrafo de S. Tomás, o escritor João Ameal: “este é o testamento espiritual de Tomás de Aquino, o mais belo de todos. Devemos meditar um pouco sobre o mesmo.”

Toda a base escolástica do autor de Summa Teologica é, precisamente Aristóteles, laboriosamente cristianizado para não ofender o dogma. Interrogamo-nos se as visões divinas, que eram o esqueleto da sua filosofia, cobriram de cinza também todo o pensamento aristotélico. Tinha finalmente triunfado Platão?

Detalhe do moral “A Escola de Atenas”, de Rafael / wikimedia

O mito da Caverna de Platão diz o mesmo, serão válidas as categorias nascidas de um mundo de sombras, raciocinadas por sombras? Ou seja, as imagens mentais que construímos do mundo dependem da perceção que temos do mesmo, construída pelos nossos sentidos físicos, materiais. É com essa arquitetura tão frágil, feita do barro do irreal, que queremos chegar ao céu da verdade?

Como dizia Giodarno Bruno, filósofo neopitagórico renascentista, é o caminho da indução aristotélica, um amontoado de razões em equilíbrio instável, uma Torre de Babel com a qual queremos escalar ao céu? O pintor italiano, Rafael, foi muito assertivo, quando pintou Platão apontando para cima e Aristóteles querendo abarcar terra com a mão, pois o método aristotélico usa uma mente analítica e não analógica (onde a metáfora e o símbolo reinam) que mais nos serve para abarcar e classificar o que vemos, do que para aceder ao que desconhecemos.

Há vários anos, no livro “A viagem iniciática de Hipátia”, fiz a seguinte reflexão que, ainda hoje, considero válida:

Capa do livro “Viagem Iniciática de Hipátia”, de José Carlos Fernández

“A mente é como o horizonte que o olhar humano percebe, une … e também separa a terra do céu. O Homem deve fazer desse horizonte uma porta para se elevar para vivências mais sublimes, que são as que a alma humana necessita… e não deixar fechada a porta pensando que a realidade não é mais do que essa porta e não o que espera por trás dela. Não se trata de edificar um mundo de conceitos e estruturas mentais derivados da mesma natureza matemática e geométrica da linha que é o horizonte, desenhando com esta linha uma realidade infinita, mas horizontal; mas fazer com ela, com a mente, uma escada para subir até ao Céu… Senão, antes ou depois, quem não tenha experimentado as vivências dos Mistérios e souber, portanto, como respirar o ar puro da verdade, ficará intoxicado, sufocado por uma filosofia, que em vez de usar ou dominar a mente, entra nos seus atrativos, mas fatais, labirintos: a mente, em vez de ajudar a libertar a alma, encarcerá-la-á ainda mais.”

Contudo, Aristóteles, ao ser acusado pelo seu discípulo – rei Alexandre da Macedónia, de revelar Mistérios nas suas obras, responde-lhe que estes sem um conhecimento prévio, serão lidos, mas ninguém os compreenderá, e nem sequer se darão conta de que estão ali. Ou seja, talvez a própria linguagem aristotélica seja um véu que oculta as verdades sublimes, com o artifício das suas categorias e “jogos lógicos”.

Feita esta introdução, centremo-nos no tema:

As Categorias de Aristóteles, fazem parte da matemática da linguagem e do pensamento humano, ou são realmente uma forma de ordem divina da Natureza, que como dizia Voltaire, é, com a sua beleza e perfeição um canto incessante da existência de Deus?

Lembremo-nos que, estas Categorias, aparecem formuladas pela primeira vez na compilação de textos aristotélicos, realizada por Andrónico de Rodes, no século I a.C., e que foi chamada de Organon, “instrumento” em grego. O curioso é que, segundo os especialistas, o texto foi escrito por Aristóteles no ano de 347 a.C., quando ainda estava na Academia e, no entanto, discute-se se Platão já tinha ou não falecido. O livro “As Categorias”, que está incompleto, fazia parte dos chamados textos esotéricos e acromáticos, ou seja, eram uma espécie de apontamentos/notas que usava o Mestre do Liceu, extremamente condensadas e que depois explicava com todo o tipo de exemplos, inclusive significados ocultos que só são esboçados no mesmo.

Na realidade, o conceito de Categorias não é exatamente o mesmo que lhe damos atualmente. As categorias são os Predicados do Ser e são dez, o mesmo número das Sephirots hebraicas, com um significado análogo, pois a palavra “sephirot” significa “cesta”, um contentor/recipiente da glória imarcescível do Ser puro, o Kether, emanado como um raio de luz da escuridão do Ain Soph. Porém, a formulação destes Predicados faz com que pareçam mais associados à matemática da língua (ao seu sistema de lógica, base da sua sintaxe, que é intrínseca à mente humana, como demonstrou o ideólogo e linguista Chomsky), que à própria natureza da realidade, a ordem divina subjacente. Seria então um instrumento da linguagem, um instrumento do conhecimento, o modo como se comporta a nossa mente, categorizada por estruturas com as quais pode construir e criar, mas que a limitam e prendem ao mundo, como os filósofos hindus dizem dela quando a nomeiam Kama-Manas (Ideias-forma ligadas pelo fluído viscoso dos desejos e instintos/sentidos mundanos)? São diferentes os Arquétipos de Platão destes Predicados do Ser? Evidentemente que sim, mas são estes últimos uma sombra dos primeiros na mente formal com que nos movemos no mundo? São um símbolo mental, estrutural, dos mistérios de que Aristóteles, como Iniciado, se é que o era, não podia falar?

A Árvore da Vida com os 10 Sephirots ou Categorias da Kabala / wikimedia

O próprios Santo Agostinho, no seu livro “Confissões”, revela que quando ele estudou estas dez categorias se faziam diagramas simbólicos com os mesmos significados muito profundos, dos quais ele mesmo só vê nelas estruturas da linguagem ou, como muito, do pensamento humano.

Este tema é muito antigo e já foi campo de batalha na filosofia medieval, por exemplo, em relação aos universais e com as polémicas da Escola de Chartres. Os géneros e espécies existem na realidade sensível ou são uma ferramenta mental para poder dividir, classificar e organizar mentalmente o que percecionamos? Ou melhor ainda, toda a árvore de géneros e espécies existe na mente divina, como afirmou Ramon Llull, formando uma espécie de Escada de Ser, ou são só “o nome” que damos ao que acreditamos conhecer e do qual na verdade nada sabemos, pois não há duas rosas iguais e o conceito de rosa é somente uma caixa mental onde se metem todas as que não se diferenciam muito? O grande dialético Abelardo propõe uma solução salomónica: “Tem razão Aristóteles ao dizer que os géneros e as espécies existem somente nas coisas sensíveis; mas também, tem razão Platão ao dizer que existem na sua pureza como formas sem matéria na mente divina.”

O livro das Categorias de Aristóteles tem três partes, e é na segunda parte (com cinco capítulos) que especifica quais são e fala sobre elas. Recordemos que “categoria” significa “predicado”, o que se diz do sujeito, são os géneros em que se classificam todos os predicados.

Enumeremo-las: substância, quantidade, qualidade, relação, lugar, tempo, posição/estado, poder/hábito, ação e paixão.

Em si mesmas não afirmam nem negam nada, são ideias (no sentido aristotélico e não platónico de termo). Mas ao serem combinadas realizam-se juízos que podem ser verdadeiros ou falsos e com os quais podemos constatar empiricamente e conhecer novas realidades, segundo Aristóteles.

É evidente que são parte da linguagem, que é sempre expressão do pensamento.

Constituem a forma como pensamos. A sintaxe e a morfologia usam, de modo imprescindível, ou expressam estas categorias. O singular e o plural ou o dual são da categoria “quantidade”, o nome ou o substantivo são da “substância”, que pode funcionar como sujeito, como objeto direto, pois a ação (outra categoria) do verbo é executada ou recai nele. Mas a oração pode ser ativa ou passiva (outra categoria). Não é o mesmo o amante e o amado. A 1ª, 2ª e 3ª pessoa estão definidas pela relação (outra categoria), se é um eu mesmo (categoria “substância”, o “eu” neste exemplo) ou o próximo implicado (2º pessoa) ou o não próximo não implicado (3º pessoa). A categoria “qualidade” pode definir a função dos adjetivos (o sintagma adjetivo) ou o modo do verbo (indicativo, subjuntivo ou simplesmente o advérbio). As categorias “lugar” e “tempo” são definidas ou por palavras (advérbios, nomes de lugares ou momentos, ou graças à articulação da oração que verificam as preposições) ou, nas nossas línguas, pelo tempo da forma verbal que assume o verbo. A categoria “possessão” vem dada pela preposição “de”, pelo genitivo ou pelos adjetivos ou prenomes possessivos. E assim etc., etc., vemos como a linguagem, seguindo as formas do pensamento, e o pensamento, adaptando-se às formas da linguagem, usa necessariamente as categorias de Aristóteles.

Árvore sintática de uma oração / wikimedia

Mas, definem, estas categorias, realidades do Ser? Há alguma mensagem “esotérica” por detrás desta sua aparente trivialidade? Trivialidade necessária. Porém, pode o necessário não ser importante? E, pode não ser significativo para a alma, ser totalmente indiferente para ela e ter somente um valor funcional, de relação, instrumental? Deste modo seriam válidas no círculo da mente concreta, utilitária, de Kama Manas (nome da mente inferior na filosofia indiana) e não fora dele, ou seja, pertenceriam à mesma natureza da caverna que faz prisioneira a alma, apesar de serem necessárias para “pensar” e “viver” nesta mesma caverna. Mesmo visto de fora da caverna, do alto da sabedoria, podemos chamar a isto “pensar” e “viver”?

Que importa à alma que eu fale neste congresso a uma, dez ou cem pessoas (categoria número)? Que seja eu ou um dos meus colegas (subsância) a revelar uma ideia? Que sejamos altos ou baixos, brancos ou pretos (qualidade)? Que tem isso a ver com a verdade inconquistável das coisas e dos seres? Que importa à alma que um acontecimento se realize hoje ou amanhã, (categoria “tempo”) como não seja pelo facto de que entre ou não em concordância ou discordância com a sua natureza ou o seu ser-dever (seu dharma), então, que importa? Como diria, bela e profundamente, o filósofo e imperador Marco Aurélio, talvez ao ser-lhe negada a última iniciação, no seu livro “Meditações”: “Vários grãos de incenso, destinados a serem queimados, se espalharam no mesmo altar. Um caiu antes, o outro cairá mais tarde, que importa?”

Que seja velho ou novo, que seja ele ou ela, que seja jovem ou outro, que tem isso a ver com a alma que espreita por detrás do olhar de alguém, que está a meditar sentado ou em pé (posição)?

Representação moderna do mito da caverna de Platão / wikimedia

Toda esta informação são sombras projetadas sobre a caverna do mundo, necessárias na vida da sombra nessa caverna e, quem sabe, como disse antes, sejam da mesma textura material que a dita caverna, e sem ela, nada sabemos do mundo, mas que sabemos nós do real? A conjugação do verbo, o número, a ação consumada, ou não, a prioridade, ou não, a dependência ou a posse, o ser parte de um conjunto ou conjunto de uma parte, que é que isto nos diz da verdade mais elevada, da verdade viva e perene que Platão chama Arquétipos e que estão iluminados pela luz e calor de um Sol de Bondade? Assim conheceremos o mundo, com o gesto de Aristóteles no quadro de Rafael, gesto de domínio sobre o mundo, domínio impossível sem conhecimento. Mas domínio para quê? Que qualidade moral ou intrínseca há nisso? Se é domínio para servir, para proteger, para ajudar, para desvelar, para se encontrar no espelho dessa relação, perfeito. Se é domínio simplesmente para fazer uso, sem mais, do mundo, como temos feito até agora, que o temos adulterado, envenenado, envilecido com os nossos detritos em todos os planos da consciência, em que é que isso nos aproxima da verdade? Muito pelo contrário, assim, por karma, caímos com o que cai. Em que secção das Categorias está o aforismo bodhisatvico de “Ajuda a Natureza e trabalha com ela, e a Natureza te considerará como um dos seus criadores e te prestará obediência e abrirá, ante o olhar do teu espírito, os tesouros do seu seio virginal”? São as Categorias ou as Ferramentas Lógicas ou mesmo metafísicas que prega Aristóteles, “os tesouros do seu seio virginal”? Por outro lado, como disse o Buda, não podemos dominar a mente sem a conhecer, e não podemos não ser atraiçoados por ela sem a dominarmos, logo conhece-la é um dever. Sim, é um dever, e é necessário conhecer o suficiente a caverna ou o labirinto para sair o mais rapidamente dele, mas afinal o que é que há de verdade nele? Aqui, de onde obtém a alma o seu alimento?

Considero, sem depreciar o enorme valor da sua filosofia, que o abuso do pensamento aristotélico nos permitiu um conhecimento e domínio mas desumanizado do mundo, e que também adulterou a busca do saber, ou seja, a filosofia, convertendo-a, no final, num estudo da mente e da linguagem, mas como instrumentos, sem nenhum tipo de transcendência.

O mistério foi crucificado nas categorias lógicas, e com os tópicos ou estratégias do discurso, aprendemos a vencer os nossos adversários, e também a pensar o que é necessário, mas abusando, exagerando, deixamos de saber no que pensar, para que pensar.

Ma Yuan, Sábio junto à cascata / wikimedia

Vejamos a diferença com Platão, quando diz que meditar é o íntimo desejo da alma, o diálogo consigo mesma, um ato de sinceridade em que ela abre os olhos e vê o mundo mais real quanto mais límpido é o seu olhar, ou quando diz que pensar é uma atividade interior, que é semelhante a caminhar, que se avança no mundo interior, que se o conhece, e se feito com sabedoria leva-nos da escuridão para a luz, da lama à rocha dura e estável, podemos alcançar o mais elevado de nós mesmos e contemplar os quatro horizontes, para logo descer e continuarmos a elevar-nos ainda mais. Aqui a alegoria e os símbolos são fundamentais como sinais do caminho, como seres vivos que nos saúdam, como “animais ou aves que falam” que nos revelam os mistérios da vida. É a filosofia no seu sentido dinâmico, de procura e amor à verdade, de renovação banhados na luz incessante que emana do próprio mistério.

Agora vejamos o seguinte exemplo de uma metáfora oriental[1], a filosofia do fixo, a que é rainha usurpadora dos nossos centros de saber atuais, a que nos levou a um beco sem saída, isso sim, com infinitos dicionários onde tudo está escrito e em vez de querer saber sentimos quase náuseas de o fazer, porque nos dão de beber antes de ter sede, sufocam as nossas perguntas com um sem fim de respostas que não podemos nem sequer assimilar.

“Um discípulo propôs-se a andar por um caminho até chegar ao seu fim. Quer dizer, aqui caminho é o Tao, a velha Senda iniciática, o velho Caminho. Assim, ele caminhava e de repente reparou na lua e disse: «Que bela está a Lua esta noite.» Mas quiseram os Deuses da Casualidade – ainda que a casualidade não exista – que a Lua nesse momento ficasse escondida detrás de uma bonita flor. Isto fez com que o discípulo dissesse: «Que linda está a Lua esta noite, escondida detrás de tão bela flor». E quiseram os Deuses da Casualidade, que a bela flor estivesse numa árvore frondosa e o Discípulo disse: «Que linda está a Lua esta noite, escondida detrás de uma bela flor desta árvore tão frondosa», e pouco a pouco, o discípulo começou a repetir enormes ladainhas, nomeando muitos e muitos objetos. Deteve-se no caminho, classificou os objetos e disse: «Sou um Sábio e cheguei». Mas ele não havia chegado a nenhuma parte. A única coisa que tinha feito era ficar enredado na ilusão do momento, na ilusão da pluralidade.”

As Categorias fazem parte da matemática do pensamento humano, ou da matemática divina, manifestada na ordem harmónica inspiradora da natureza? São como modalidades do Ser, estrelas que iluminam a nossa senda? São, como diziam os egípcios, “degraus da Escada do Ser”; braços dos Deuses que nos sorriem e esperam que no fim do caminho sejamos como um deles; trama da realidade divina em que descobrimos a nossa própria realidade? Ou, pelo contrário, é a arquitetura do cárcere em que estamos prisioneiros, e as nossas almas de águias livres, dormentes pela limitação da prisão e falta de céu onde voar, nada têm a ver com elas, antes rejeitam-nas e feridas por elas são impedidas de abrir as asas da sua natureza real? A questão, evidentemente, não está resolvida, mas quiçá ajude a despertar a nossa sede de alturas, a nossa necessidade de ser autênticos, e não simplesmente gaiolas que sentem, falam e pensam.

Quiçá ajude a despertar a necessidade de Filosofia.

[1] Do livro “Magia, Religión y Ciencia para el Tercer Milénio”, ed. Nueva Acrópolis. Na conferencia do profesor Jorge Ángel Livraga (1930-1991): «Religión y magia egípcia».
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