O Molhe
Este texto de José Carlos Fernández foi inspirado na fotografia acima de Pierre Poulain, fazendo parte de um projeto intitulado
Ler maisO verdadeiro desafio é Ser Humano, com maiúsculas, e esta é uma tarefa árdua, que requer todas as forças internas (que os romanos chamaram “virtudes”). Recordemos o filósofo austero Diógenes, com uma lamparina acesa ao meio-dia, procurando um ser humano na própria cidade de Atenas.
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Ler maisO artista, então, não só reproduz, como um ente mecânico. Depura e transmuta, como o alquimista, e através do crivo da sua imaginação e das suas mãos incansáveis passam os seres de pura luz e vida invisíveis, dignificando o mundo, e abrindo portas até à infinidade que representam, trazendo-nos mensagens das estrelas.
Ler maisOs filósofos herméticos diziam que tudo aquilo que possamos encontrar fora, com os sentidos, vive como ideia dentro de nós, somos o microcosmos de um macrocosmos, o espelho do universo. Então nós mesmos somos a noiva que corre, esperançada, ou a intuição que nos chama até ao bom e melhor; e a pedra que resiste, não porque neste caso queira honrar o seu passado, numa guarda perene, mas porque não somos capazes de nos libertar dele.
Ler maisBela imagem esta, a ela associada, com as pombas, símbolos vivos da deusa do Amor. Pois o carro de Vénus-Afrodite sulca os céus com estas aves que sempre expressaram o amoroso arrulho das almas.
Ler maisOutros vêem no mar o espelho de céu, pois este reflete-se seja no tenso e brunido metal, seja nas suas crispadas ondas, tersas e serenas sempre à distância. Uma grande, majestosa horizontal, como uma linha perfeita, imóvel, difícil de encontrar terra adentro. Tal é a geometria da luz, tal é a geometria da vida e da verdade.
Ler maisAlimentar-se com cinza do sacrifício é não buscar, cego pelo desejo, o benefício na ação que realizas, mas banhar-te na alegria da própria ação, boa, útil, eficaz, em sintonia com a Roda de Ação que faz mover o universo. Ombro com ombro, mão na mão com os teus companheiros de vida ou de Ideal.
Ler maisJá não caminhamos livremente, mas arrastados com correntes como escravos, correntes de ferro ou de ouro, ou ainda de lágrimas, mas que nos afastam da senda sonhada e traçada.
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Ler maisEste texto de José Carlos Fernández foi inspirado na fotografia acima de Pierre Poulain, fazendo parte de um projeto intitulado FiloFoto.
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Ler maisMas não cedamos à ilusão da matéria. Onde todos caminham há uma senda, ainda que esta divirja, se entrecruze, se perca, se confunda com um labirinto, nunca nos perdemos totalmente a nós próprios, o que significa que o caminho é um, como se fosse uma imensa Árvore de Vida que a todos contém.
Ler maisQue importa se o que vimos é anjo ou humano? Não são ambos (o verso e reverso) de uma mesma natureza? Não estão destinados, como figuram as cerâmicas gregas, a abraçar-se na eternidade?
Ler maisNesta fotografia, quiçá o ancião deveria estar a ensinar, em repouso ou em atividade contemplativa, orgulhoso e sereno das batalhas da vida, e o menino ao seu redor na sua dimensão infantil dos sonhos, recriando-os com os seus jogos.
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