Novas Descobertas arqueológicas nos Açores

Uma expedição realizada às ilhas do Pico e da Terceira, nos Açores, organizada pela Nova Acrópole Oeiras-Cascais contando com dois investigadores do Instituto Internacional Hermes e uma equipa multidisciplinar, observou in loco várias das novas descobertas arqueológicas que têm suscitado perspectivas diferentes entre historiadores e arqueólogos.

O Ser Humano como coisa

Ver o Homem como coisa, como um pedaço de matéria animada, alterável, reprogramável, melhorável através do acrescento de peças ou da remoção e troca de partes, físicas ou psicológicas, é castrá-lo daquilo que realmente o faz humano: um ser com vontade, amor e inteligência, com um potencial infinito dentro de si, ainda por descobrir. Essa dimensão desconhecida, nas profundezas da sua subjectividade, esse mistério é aquilo que, tornado consciente, nos pode elevar desde sermos um pedaço de terra que olha o céu numa noite escura, até um pedaço céu que olha a terra para a iluminar.

O mito de Gilgamesh – A Prova do Elo

Gilgamesh terá sido uma figura real, ou, pelo menos, um mito que bebe da inspiração de uma figura real, já que as fontes lhe atribuem um reinado de 126 anos entre os reis da Suméria. Gilgamesh terá sido um Semi-Deus ou Herói com grande capacidade intelectual e física. Terá tido grande conhecimento do Mundo antes e após o Dilúvio. Ergueu a cidade de Uruk e um Templo, o de Ennea. Os deuses compreendendo e temendo a sua força, enviaram-lhe uma provação, uma criatura tão forte como ele, Enkidu. Ora corria nas florestas dos arredores e nos demais reinos que Gilgamesh já não seria o Homem mais forte do mundo – claramente um mecanismo literário homérico – e, como tal, Gilgamesh procuraria Enkidu e lutaria com ele. O que, efetivamente, aconteceu. Contudo, ao contrário do desfecho em morte, a luta terminou na amizade entre os dois.

A Mulher de Branco

Os filósofos herméticos diziam que tudo aquilo que possamos encontrar fora, com os sentidos, vive como ideia dentro de nós, somos o microcosmos de um macrocosmos, o espelho do universo. Então nós mesmos somos a noiva que corre, esperançada, ou a intuição que nos chama até ao bom e melhor; e a pedra que resiste, não porque neste caso queira honrar o seu passado, numa guarda perene, mas porque não somos capazes de nos libertar dele.

Evocação filosófica da morte de Júlio César

Cuida-te dos idos de Março! Falei para ti César… e agora jazes inerte sobre o gélido mármore, aos pés da estátua de Pompeu… César, crivado a facadas… facadas de ódio, de raiva, de vingança, de inveja; facadas de ignorância, de medo, de cobardia; facadas de ignominia, verdade Brutus?… Cuida-te dos Idos de Março! Falei para…

A história universal com um propósito cosmopolita

A união de esforços voluntários poderá suscitar um sentido de todo que alente a esperança de que se realizará o que “a Natureza apresenta como propósito supremo: um estado de cidadania mundial como o seio em que se desenvolverão todas as disposições originárias do género humano”.