A magia antiga na ciência moderna

A magia é negada e apelidada de superstição do ignorante filósofo antigo. No entanto, encontramos magia em cada papiro; magia em todas as fórmulas religiosas; magia engarrafada num frasco com milhares de anos e fechado hermeticamente; magia em trabalhos modernos e encadernados com elegância; magia nos contos mais populares; magia em encontros sociais; magia – pior do que isso, FEITIÇARIA – em todo o ar que se respira na Europa, América, Austrália: quanto mais civilizada uma nação, mais formidável e efectivo o eflúvio de magia inconsciente que esta emite e é armazenado na sua atmosfera circundante…

Mais quatrocentos anos de antiguidade para o Zero?

“O que é maior que o Universo e mais pequeno que o mais ínfimo átomo? O que é mais duradouro que a Eternidade e mais breve que um instante?” A resposta é o NADA, ou seja, o ZERO: nele estão todos os enigmas, todas as potências e actos do passado infinito e do infinito futuro.

Agni – o Fogo do sacrifício

Desde dos primórdios da presença humana, o fogo exerce um fascínio, enquanto que todas as outras criaturas fogem na sua presença, o homem conseguiu ultrapassar o seu medo e reconheceu nele o símbolo do poder. O fogo reanima o corpo em hipotermia, o fogo ilumina a obscuridade e desperta o conhecimento das coisas, o fogo no olhar é símbolo do brilho da vida interior.

Os dois fidalgos de Verona, de William Shakespeare

JÚLIA – As suas palavras são correntes; os seus juramentos, oráculos; o seu amor, sincero; os seus pensamentos, puros; as suas lágrimas, intérpretes verdadeiros da sua alma. O seu coração dista da perfídia como a terra do céu. LÚCÍA – Oxalá a encontres assim a chegar ao seu lado. Não há prazer na terra comparável…

Leonardo e o renascer da civilização

Mas não basta a presença dos arquétipos para garantir a bondade da realização. É necessária a compreensão e a manutenção da Unidade. Não bastou proclamar a primazia da razão para conduzir os destinos humanos. Teria sido necessário, mas foi esquecido, preservar o sentido sagrado de unidade entre o destino do Homem e o destino da Natureza.

Drácula de Bram Sroker, no seu 120º aniversário

Na realidade a destruição do seu corpo é o que a qualquer preço tenta evitar o personagem de Drácula, identificado como vampiro perfeito, pois a regeneração da substância etérea em que vive a sua consciência só pode conservar-se se o corpo não morre totalmente.

Presente de Natal novo ou usado? Eis a escolha…

Para ti, amigo desconhecido, partilho este presente que foi mil e uma vezes usado e mil e uma vezes substituído, mas não te preocupes, o génio adormecido continua à tua espera, basta esfregares a lâmpada e o menino de ouro, que tanto quero ver renascer, aguarda para que te possa sussurrar ao ouvido: “Natal é quando tu quiseres!”.

H. P. Blavatsky e a procura espiritual de Elvis Presley

O que é menos conhecido é que o Rei do Rock era um autêntico apaixonado pela sabedoria antiga, motivado pela procura profunda do segredo da vida. Uma busca, infelizmente, desordenada – inclusive caótica – e sem um guia seguro para percorrer o labirinto de autores e temas que esta oferece. (…) Resta-nos, como da flor o seu perfume, a beleza que não morre de muitas das suas canções, a sua ternura e sensibilidade, a sinceridade da sua voz, de um carisma que ninguém pode negar, o impacto e transformação que gerou na sua época, que o convertem de um modo ou de outro, num dos “mitos do século XX”.

Os Princípios da Criação

Este Amor que Shiva sente pela dançarina representa o Amor Celeste, o Amor Superior necessário à Criação pois é o Amor que liga o Homem a Deus, é o Amor que levou Shiva a passar da contemplação à ação. O mesmo Amor que leva o Homem a subir a Escada Divina rumo ao Uno, ao Absoluto.

As aplicações espirituais da concentração

O egoísmo e egocentrismo, assim como o instinto de poder mal dirigido, faz-nos qualificar essas sombras com os atributos do poder do real conhecimento, isto é, como eterno, puro e fonte de felicidade, mas que a vida se encarregará de fazer cair essas máscaras mostrando com uma certa dose de sofrimento, não só para nós mas para o mundo que fomos tecendo à nossa volta.

Como a mente constrói e destrói a realidade

A Unidade é a presença do eterno em nós, o ponto de partida e o ponto de chegada da alma que regresse a casa. O mal e o sofrimento são a consequência da resistências do eu em colocar a sua luz sobre aquilo que permanece, o sofrimento nasce do contacto com o impermanente, o mérito e o desmérito são resultado das nossas acções pois a alegria segue o acerto e a dor a falta.

Novas Descobertas arqueológicas nos Açores

Uma expedição realizada às ilhas do Pico e da Terceira, nos Açores, organizada pela Nova Acrópole Oeiras-Cascais contando com dois investigadores do Instituto Internacional Hermes e uma equipa multidisciplinar, observou in loco várias das novas descobertas arqueológicas que têm suscitado perspectivas diferentes entre historiadores e arqueólogos.